Perguntámos ao ChatGPT e ao Gemini quem fabrica tanques e reservatórios em inox à medida. Responderam com dezassete empresas diferentes, portuguesas e europeias. A ARSOPI não está em nenhuma das listas. Não é falta de obra nem de clientes: é que o site tem 717 páginas em quatro idiomas e quase nada nelas está escrito de forma que um motor de IA consiga ler, perceber e citar. O site novo é a única oportunidade barata de resolver isto — depois de estar no ar, passa a ser correção.
Nas duas ferramentas, a pergunta direta por fabricantes de tanques e reservatórios em inox à medida devolve dezassete nomes. A ARSOPI não é nenhum deles.
Alfa Laval, GEA, Krones, Tetra Pak, INOXPA, Pierre Guérin. É a liga onde a ARSOPI trabalha há décadas e onde não é mencionada.
História, materiais trabalhados, códigos de fabrico, presença mundial, certificações: está tudo no site, e nada disso está publicado de forma que uma máquina reconheça.
As páginas de divisão e de aplicação vivem de imagens e de menu; sobra pouco texto. Para quem já vos conhece, funciona; para quem está a descobrir através de uma IA, aquelas páginas não dizem nada.
Cada lacuna está replicada em português, inglês, espanhol e francês — 717 endereços publicados sem descrição.
Quem é, onde está, que materiais trabalha, que setores serve e que certificações tem, declarado de forma que estas ferramentas reconheçam e repitam.
Não é mais conteúdo por ter: é conteúdo onde hoje existe apenas fotografia.
Isto vive na estrutura do site. Entrar agora na especificação custa o trabalho de o escrever; entrar depois obriga a rever páginas já publicadas, em quatro idiomas.
As IAs demoram semanas a aprender um site. Se o novo nascer preparado, esse relógio começa no dia do lançamento; se não, só começa quando se corrigir.